quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Quietude...
terça-feira, 18 de junho de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
Chovendo...
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Simples assim...

Durante o tempo que fiquei em Milho Verde, convivi com uma energia absurda vinda da natureza e das pessoas . Pessoas iguais, coloridas, alegres, vibrantes, absurdamente inteligentes, cabeças a mil, pensamento à frente, sempre andando e visualizando o que ainda está por vir e que vem...sem nóias, sem a caretice do ser igual dentro do enquadramento que a tão falada sociedade burguesa quer que nos enquadremos pra fazer parte do rebanho... sem pré julgamentos, só aceitação...de tudo...em Milho Verde, não tem rebanho, não tem como se sentir gado...é sim, uma imensidão de simplicidade, sensações, prazeres e visuais, que deixa qualquer “ser humano” dito “normal”, embasbacado, porque não entende mesmo a plenitude, a quietude, o silêncio, a alegria e o amor que circula, circula, circula... e assim ficamos em paz entre nós, iguais em pensamentos, prazeres, alegrias, energias mil e sensações indescritíveis.
Em Milho Verde está meu coração pulsando...estou encravada nessas terras, nessas cachoeiras, pelas estradas que tanto andei, nas noites de lua cheia, nas noites de amor, de alegria contagiante, nas noites de cantigas, de louvação, nas noites de Folia de Reis... Indescritível...sentindo sempre...dentro...e não deixando passar um só momento sem a devida atenção merecida, percebendo tudo a meu redor, tudo circulando, tudo sendo devidamente registrado por meu coração.
Outro dia li uma frase assim: ...”curta sua dor..."penso comigo que dor já é terrível, imagina se curtida então? Empobrece, gangrena...e eu nesse estado de total liberdade, total plenitude e infinito, não entendo essa frase por nada desse mundo...”sou eu que faço você sofrer ou é você que sofre por minha causa?” Nada disso, quero isso não...quero não!Nenhuma das duas coisas, quero não! Simplicidade, sem imbecilidade! Sem ser fútil... E o fato de não querer já me move em outros sentidos, outras direções, e o fato de não querer já mostra o quanto lúdica estou e sou. O fato de eu ter me julgado doendo foi mesmo uma tolice, um empobrecimento de alma momentâneo, porque ninguém merece, vamos combinar, ser infeliz. Ai, ai ai Lilian...Vou puxar sua orelha ok? Tempo em Milho é precioso, por isso a alegria e a felicidade, que senti de dentro, são constantes na vida das pessoas, dos nativos e turistas, e eu estou nesse meio...cada vez mais nativa do que turista... Existe sofrimento ou existe o crescimento, o amadurecimento e fortalecimento das bases do que se é? original e único e livre e alegre e amor e feliz...
Tudo passa muito rápido, tudo muda, se transmuta e não devemos ficar ociosos com sentimentos negativos, porque o mal é em nós mesmos. Então sou cor, vibração, alegria, amor de amor, sol, vento, montanha, pedra, água, lua, estrelas, dia/noite, silêncio, gargalhadas, gemidos, carícias, prazeres mil... essa sim, sou eu...e sou assim por tudo que me cerca, todos que me cercam, porque o Universo é circular e a minha Energia Vital é Circular e dentro e todos e tudo à minha volta se beneficiam de mim, e eu me beneficio muito mais, sendo mesmo única e original e libertária e não caibo mesmo dentro do “normal”, porque não me encaixo, “normal” não me serve nunquinha, jamais...programas ditos “normais”, vida dita “normal”, trabalho dito “normal”, pessoas ditas “normais”, não me servem pra nada, a não ser pra me aborrecer e me deixar entediada e me deixar triste por saber que o mundo ainda é feito de rebanhos. Aff que canseira...creio mesmo que nunca fui a “filha perfeita”,a “namorada perfeita”, a “nora perfeita”, hahaha, “dentro dos padrões”...nasci na contramão boa, os “outros” é que nasceram na direção errada, infelizmente, é?Viver pra rir, né não?Mas sou uma MULHER extraordinária, lúdica, tesuda, inteligente, encantadora, sedutora, libertária, sem pudores, “com açúcar, com afeto”, e sou mesmo para poucos. Poucos são os que me entendem e que realmente conseguem ser libertários a ponto de me acompanhar. Em determinados momentos, param. Recuam. E não posso me permitir voltar, olhar para trás, porque senão quem se perde sou eu.Realmente vivo num mundo careta e não me enquadro e nem quero. Essa sou eu :a negação de toda a existência de infelicidade, de tristeza, de dor, de caretice,de não enquadramento ao sistema capitalista burguês, que a sociedade falida e absurdamente triste, quer me empurrar garganta abaixo e sou a negação desse enquadramento, sem amarras, sem correntes, liberta até de mim...o que me deixa ainda mais solta no Universo, em contato com o Infinito, em contato com Pacha Mama. E dentro disso está sempre o pensamento cada vez mais concreto de morar em Milho Verde e que se realizará, eu pré sinto, sei que a energia está conspirando a meu favor e sei que eu também estou fazendo minha parte para tornar meu sonho a melhor das realidades, que é viver e “trabalhar” entre Iguais no Paraíso. Afinal é para isso que os sonhos existem: para que os tornemos realidade boa em nós, para nós, para nossa evolução.
Essa sou eu: sem dores, nem rancores, vivendo e pulsando e amando... Como diz Roberto Freire em Ame & dê Vexame: “Porque eu te amo, tu não precisas de mim. Porque tu me amas, eu não preciso de ti. Somos um para o outro, deliciosamente desnecessários.”
Vivendo, vivenciando, exercitando Ame & dê Vexame verdadeiramente dentro, consequentemente fora também. O momento é hoje, agora, e há que se ter muito cuidado para não perdê-lo com as caretices do externo. Para isso se faz necessária atenção redobrada em tudo que se vive, digo viver plenamente, não um arremedo de vida, não qualquer vida. É sempre de dentro, porque se não prestarmos atenção, ao invés da felicidade vir de dentro, ela vem de fora e para fora, e onde isso pode dar? Ao lugar comum, à infelicidade, mesmo que se pense ser feliz, não, não e não. É dentro sempre. Mas lembremos que só colhemos o que plantamos, então, atenção com o que plantamos, o que plantamos e com quem plantamos... Sou verdadeira, transparente, cristalina e menina e mulher. E o que escrevo, falo, sinto : vivo. Assim sou eu: verdadeira, original, única e libertária, solta no Universo...
O sorriso, o brilho nos olhos, é tudo de dentro, o externo não tem nada com isso, é tudo de dentro para fora. Essa simplicidade, naturalidade e felicidade é sinal do meu equilíbrio, de minha paz, de viver e amar o amor, dentro. Eu integrada à tudo e todos a minha volta... mas de dentro, sempre...
“Nada é definitivo, só a mudança o é.”
Mudanças são bem vindas, seguir o instinto também, porque como bons animais que somos, temos instintos de preservação e instintos de cuidado também, correto? E há que se ter cuidado, há que se ter “cuidados”, ôôô...sem mais!
sábado, 1 de dezembro de 2012
Eu...
Interrogação...
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
...
sábado, 20 de outubro de 2012
Uuuummmm...
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
"Ser Feliz."
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
CAVAQUINHO!
domingo, 22 de julho de 2012
HAPPY!
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Noite...
sexta-feira, 2 de março de 2012
Cansaço...

E tem esse nó que não consigo desatar e que está me engasgando e num tremor, sinto o ar faltar, a pulsação bater acelerada, frenética e sinto náuseas, enjoo e vomito.
Vomito toda essa podridão que me enfurece, que me é estúpida e que me abala porque não sei quem são. Só uma massa compacta que me enfurece com seus dizeres mesquinhos e perguntas absurdas, sobre quem sou, o que fiz, ou o que deixei de fazer. Ninguém quer saber do que se passa no meu íntimo, na minha alma. Isso é muito complicado até pra mim, que me conheço, imagina pra essas estúpidas criaturas a ficar na espreita, a me olhar de forma cafajeste.
Quero que todos vocês se danem!!
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Tristeza...

Essa chacina ocorrida em Realengo, é mais um número para as estatísticas da violência urbana. Abala qualquer ser que se possa chamar de humano. Sinto luto por aquelas adolescentes que queriam o mundo e a elas foi negado o direito de ter, assim como o adolescente, que amava o futebol. E as famílias? O que acontece depois de tamanha tragédia? Existirá um jeito de se recompor?
Como encarar a vida agora? Como viver sem. Sem a alegria, sem o sorriso, sem sonhos. Dura realidade. Crua e fatal.
É necessário ter em mente essa tragédia para não esquecer de amar nossos queridos? Não esquecer de abraçá-los, de beijá-los e de dizer em bom som, o quanto os amamos?
Estamos sempre tão envolvidos com inúmeras coisas ao longo de nossas vidas, que às vezes, esquecemos de quem está ao nosso lado: família, maridos, esposas, amigos, namorados e namoradas...
AMO-TE! É preciso sentir, falar, acarinhar , porque as palavras e atos podem ser doces e devem ser, num mundo tão amargo e desesperador.
Que possamos ser mais gentis, mais tolerantes, mais afagos, mais carinhos,mais sorrisos,mais beijos e abraços. Que possamos ser verdadeiramente humanos!
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Sozinho. ( by Tales Valadão )

Sozinho,longe de tudo e de todos.Longe de bocas,de passos,de gritos,de tiros. Escuro,tristeza,ódio,amor.
Jogado numa floresta sozinho esperando o lobo mau comer a vovozinha.Sozinho por causa de uma sociedade corrupta,capitalista,brasileira.Seguindo uma estrada de tijolos amarelos deixando para trás bruxas,leões,homens de lata,pessoas.
Tentando subir pelas tranças da liberdade,mas sendo mais uma vez impedidos pela bruxa de Brasilia.
Brasil,país,estado,município.Sozinho,não mais,salvo por uma faísca da sociedade que pensa igual a mim e já ficou sozinho.
Desonesto,corrupto,ladrão.Reclamo. É meu país.
domingo, 25 de abril de 2010
E...

Aqui, agora, olho para mim e o que vejo? E o que sinto? E o que sou? E o que fui? E o que deixei de ser?
E o que deixei de ser, para me tornar esse outro eu, desconhecido, apavorante. Sim! Porque tenho medo desse eu. Tenho medo de eu!
Onde foi parar a alegria, o prazer, o riso?
E ao invés de, a dor, extrema, aguda. A solidão dentro do eu, dentro de eu.
Inaptidão. Inércia.Insônia.Vontade de ser eu.De descobrir o eu.De ser vento e sumir na tempestade.De ser viva!
E é um nó na garganta, um não respirar, um não viver. É o eu apodrecido que caiu da árvore.É a árvore que deixou o eu apodrecer e cair...cair...
É o silêncio que corta meus gritos contidos na escuridão do eu. É a ignorância de ser eu.
Eu ignorante,ignorada. Enojada.Cansada. Abatida. É o eu abatido, no chão, apodrecido.Apodreço só. Porque quis. Porque quero. Onde está o riso de menino que não rompe o silêncio? Silêncio dentro.Psiu!Deixa adormecido,"e o anel que tu me deste, era vidro e se quebrou."
terça-feira, 30 de março de 2010
"COTA ZERO". STOP!

Estou sentada , quieta, com pensamentos que atormentam, atormentam...
Não sei onde isso vai dar, mas espero conseguir visualizar uma luz,lá no final, ou lá no começo...onde é o quê?
Hoje estou triste, amargurada, hoje não estou de bem com a vida, que é tão doída, que me leva ao chão e nem sei como, mais uma vez, me levantar.
Quero amor, sossego, paz, sossego mental, não quero mais fazer brainstorm, é doído demais Clarice.
A vida parou ou foi o automóvel?(Drummond)

Fruteira vazia.... Ha ha ha...
Para que serve? Vazia assim? Onde está a utilidade? E pra que serve? Pra ficar vazia. Imóvel. Fazendo-me lembrar do que já foi.
Inutilidades, escrevo eu... pensamentos que vagueiam por meu coração sombrio. Fechado. Amargurado. Cansado.
Pra que serve uma fruteira vazia? Para colocar dentro meus pensamentos, meu passado, minha infância, minha mãe, minha felicidade.
Catarse! É preciso de...
Sono, alegria, sol, luz. Vento e tempestade. Eis o que sou agora. Tormenta.
Ah, como é tudo tão ridículo e tão fácil.
E tão certinho e tão metódico e tão autoritário e nojento e vergonhoso e sufocante e estarrecedor. Afinal, tudo isso é uma fruteira vazia a me incomodar. Em cima da mesa. Soberana, me lembrando do que eu fui, do que eu perdi, do elo que se rompeu.
Da vida que passa... passa... passa...
terça-feira, 2 de março de 2010
Saudades.

LISPECTOR...
Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida.
Quando vejo retratos, quando sinto cheiros,
quando escuto uma voz, quando me lembro do passado,
eu sinto saudades...
Sinto saudades de amigos que nunca mais vi,
de pessoas com quem não mais falei ou cruzei...
Sinto saudades da minha infância,
do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro,
do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser...
Sinto saudades do presente,
que não aproveitei de todo,
lembrando do passado
e apostando no futuro...
Sinto saudades do futuro,
que se idealizado,
provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser...
Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei!
De quem disse que viria
e nem apareceu;
de quem apareceu correndo,
sem me conhecer direito,
de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer.
Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito!
Daqueles que não tiveram
como me dizer adeus;
de gente que passou na calçada contrária da minha vida
e que só enxerguei de vislumbre!
Sinto saudades de coisas que tive
e de outras que não tive
mas quis muito ter!
Sinto saudades de coisas
que nem sei se existiram.
Sinto saudades de coisas sérias,
de coisas hilariantes,
de casos, de experiências...
Sinto saudades do cachorrinho que eu tive um dia
e que me amava fielmente, como só os cães são capazes de fazer!
Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar!
Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar,
Sinto saudades das coisas que vivi
e das que deixei passar,
sem curtir na totalidade.
Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que...
não sei onde...
para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi...
Vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades
Em japonês, em russo,
em italiano, em inglês...
mas que minha saudade,
por eu ter nascido no Brasil,
só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota.
Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria,
espontaneamente quando
estamos desesperados...
para contar dinheiro... fazer amor...
declarar sentimentos fortes...
seja lá em que lugar do mundo estejamos.
Eu acredito que um simples
"I miss you"
ou seja lá
como possamos traduzir saudade em outra língua,
nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha.
Talvez não exprima corretamente
a imensa falta
que sentimos de coisas
ou pessoas queridas.
E é por isso que eu tenho mais saudades...
Porque encontrei uma palavra
para usar todas as vezes
em que sinto este aperto no peito,
meio nostálgico, meio gostoso,
mas que funciona melhor
do que um sinal vital
quando se quer falar de vida
e de sentimentos.
Ela é a prova inequívoca
de que somos sensíveis!
De que amamos muito
o que tivemos
e lamentamos as coisas boas
que perdemos ao longo da nossa existência...








