domingo, 22 de julho de 2012

HAPPY!

SEM AS CORRENTES QUE ATORMENTARAM MINHAS NOITES INSONES. AGORA LEVE.AGORA SOLTA. AGORA FELIZ. E FELIZ POR TER CONHECIDO DOIS LINDOS OLHOS VERDES QUE SORRIRAM PARA MIM ! ENTÃO, É ISSO! VIVER, ETERNO APRENDIZADO...

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Noite...

É o que me sufoca. O que me dá náuseas. É o que me faz vomitar no meio da noite. É o que me deixa tremendo. É o que me deixa sem sono. É o que me deixa sem fome. A delirar. A romper o silêncio com um choro sufocante. Choro baixinho. Só meu coração ouve. Então pensei: preciso escrever. Me liberta . O ato de romper o silêncio com palavras não pronunciadas, me faz menos. Menos agitada, menos só. Menos triste. Menos angustiada. Mais liberta. Se não liberta, algo que se assemelha com uma liberdade tão desejada e nunca sentida. Tão necessária. Quero ser simples, ser óbvia. É assim e pronto. Quero não pensar, não questionar. Me cansa tanto! Queria muito ser bicho. Ser instinto. Só instinto. E a vida me leva a pensamentos, estudos, raciocínios... Tudo o que quero é o não. Não raciocinar, não ser lógica. Não. Não. Não. Quero ser sempre desobediente. Sempre na contramão. Sempre voando do lado oposto e sempre me chocando por isso... e mim, o que diz? Já perdi mim há um tempo... Não sei precisar, nem quero, nem é necessário. E o que me incomoda, não foi embora, nem irá, eu sei. Mas deixou um alívio, um frescor de madrugada estrelada, com vento no rosto. E uma quase euforia de estar viva. “Qualquer maneira de amor vale a pena?”

sexta-feira, 2 de março de 2012

Cansaço...


E tem esse nó que não consigo desatar e que está me engasgando e num tremor, sinto o ar faltar, a pulsação bater acelerada, frenética e sinto náuseas, enjoo e vomito.
Vomito toda essa podridão que me enfurece, que me é estúpida e que me abala porque não sei quem são. Só uma massa compacta que me enfurece com seus dizeres mesquinhos e perguntas absurdas, sobre quem sou, o que fiz, ou o que deixei de fazer. Ninguém quer saber do que se passa no meu íntimo, na minha alma. Isso é muito complicado até pra mim, que me conheço, imagina pra essas estúpidas criaturas a ficar na espreita, a me olhar de forma cafajeste.
Quero que todos vocês se danem!!

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Tristeza...



Essa chacina ocorrida em Realengo, é mais um número para as estatísticas da violência urbana. Abala qualquer ser que se possa chamar de humano. Sinto luto por aquelas adolescentes que queriam o mundo e a elas foi negado o direito de ter, assim como o adolescente, que amava o futebol. E as famílias? O que acontece depois de tamanha tragédia? Existirá um jeito de se recompor?
Como encarar a vida agora? Como viver sem. Sem a alegria, sem o sorriso, sem sonhos. Dura realidade. Crua e fatal.
É necessário ter em mente essa tragédia para não esquecer de amar nossos queridos? Não esquecer de abraçá-los, de beijá-los e de dizer em bom som, o quanto os amamos?
Estamos sempre tão envolvidos com inúmeras coisas ao longo de nossas vidas, que às vezes, esquecemos de quem está ao nosso lado: família, maridos, esposas, amigos, namorados e namoradas...
AMO-TE! É preciso sentir, falar, acarinhar , porque as palavras e atos podem ser doces e devem ser, num mundo tão amargo e desesperador.
Que possamos ser mais gentis, mais tolerantes, mais afagos, mais carinhos,mais sorrisos,mais beijos e abraços. Que possamos ser verdadeiramente humanos!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Sozinho. ( by Tales Valadão )



Sozinho,longe de tudo e de todos.Longe de bocas,de passos,de gritos,de tiros. Escuro,tristeza,ódio,amor.
Jogado numa floresta sozinho esperando o lobo mau comer a vovozinha.Sozinho por causa de uma sociedade corrupta,capitalista,brasileira.Seguindo uma estrada de tijolos amarelos deixando para trás bruxas,leões,homens de lata,pessoas.
Tentando subir pelas tranças da liberdade,mas sendo mais uma vez impedidos pela bruxa de Brasilia.
Brasil,país,estado,município.Sozinho,não mais,salvo por uma faísca da sociedade que pensa igual a mim e já ficou sozinho.
Desonesto,corrupto,ladrão.Reclamo. É meu país.

domingo, 25 de abril de 2010

E...


Aqui, agora, olho para mim e o que vejo? E o que sinto? E o que sou? E o que fui? E o que deixei de ser?
E o que deixei de ser, para me tornar esse outro eu, desconhecido, apavorante. Sim! Porque tenho medo desse eu. Tenho medo de eu!
Onde foi parar a alegria, o prazer, o riso?
E ao invés de, a dor, extrema, aguda. A solidão dentro do eu, dentro de eu.
Inaptidão. Inércia.Insônia.Vontade de ser eu.De descobrir o eu.De ser vento e sumir na tempestade.De ser viva!
E é um nó na garganta, um não respirar, um não viver. É o eu apodrecido que caiu da árvore.É a árvore que deixou o eu apodrecer e cair...cair...
É o silêncio que corta meus gritos contidos na escuridão do eu. É a ignorância de ser eu.
Eu ignorante,ignorada. Enojada.Cansada. Abatida. É o eu abatido, no chão, apodrecido.Apodreço só. Porque quis. Porque quero. Onde está o riso de menino que não rompe o silêncio? Silêncio dentro.Psiu!Deixa adormecido,"e o anel que tu me deste, era vidro e se quebrou."

terça-feira, 30 de março de 2010

"COTA ZERO". STOP!


Estou sentada , quieta, com pensamentos que atormentam, atormentam...
Não sei onde isso vai dar, mas espero conseguir visualizar uma luz,lá no final, ou lá no começo...onde é o quê?
Hoje estou triste, amargurada, hoje não estou de bem com a vida, que é tão doída, que me leva ao chão e nem sei como, mais uma vez, me levantar.
Quero amor, sossego, paz, sossego mental, não quero mais fazer brainstorm, é doído demais Clarice.